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Descrição: Em "Alma Matinal e outras estações do homem de hoje", o Amauta, como era apelidado Mariátegui, elege como objeto de sua afiada análise a subjetividade produzida pelo estado de coisas que emergiu do pós-guerra (1914-1918). De um lado a crise do modo de produção capitalista e a decadência do parlamentarismo burguês apontavam ao crepúsculo de uma civilização, expresso no ceticismo estéril e na ausência de fé; de outro a vitória da Revolução de OUtubro e o estabelecimento da República de Soviets prenunciavam uma nova alvorada para humanidade, ressoava na fé e no ânimo vigoroso do proletariado. Será a partir dessa polarização que os partidos políticos, escolas filosóficas e tendências artísticos-literárias serão interrogados e desvelados em sua obra. Seus textos são manifestos literários à aurora dos novos tempos prenunciada pelas salvas de canhões soviéticos em 1917, libelos à ditadura do proletariado e a derrocada histórica do capitalismo. Suas palavras cortantes, contundentes e irônicas seguem a tradição herdada dos clássicos. Em tudo mariátegui se identifica ao arquétipo marxista, desvelando verdades inconvenientes para aqueles que insistem em tecê-lo como um pensador pouco ortodoxo.

A Alma Matinal e outras estações do homem de hoje - Volume 1 - A emoção de nosso

R$ 70,00Preço
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