OBRAS PARA ENTREGA EM 30 DE NOVEMBRO

RAS: racismo, apartheid e agressão, é uma coletânea de artigos sobre a África Austral produzidos pelos cientistas soviéticos: obra rara e esgotada que a Editora Ciências Revolucionárias apresenta para quem quiser estudar as conexões de apoio entre a União Soviética e os povos africanos em luta contra o colonialismo, o racismo e o capitalismo.
 

“Nesta coletânea examinam-se alguns problemas mais graves que afetam os povos da África Austral. Os autores revelam a essência da política interna de racismo e apartheid aplicada pelo regime da RAS (República da África do Sul), os objetivos da agressão desta última contra os países da “linha de frente”: Angola, Moçambique, Zimbabwe, etc.; mostram que a União Soviética, juntamente com todos os povos do mundo, condena resolutamente esta política. Na coletânea também desmascara-se a atitude das potências imperialistas, sobretudo, os EUA, que visam o reforço do regime racista da RAS."

 

WALTER LIPPOLD - FRANTZ FANON E A REVOLUÇÃO ARGELINA
2ª Edição com textos adicionais.

No presente livro Walter Günther Rodrigues Lippold analisa a circulação de ideias fanonianas em uma rede intelectual, através dos artigos do jornal El Moudjahid atribuídos a Frantz Fanon, buscando as conexões dessa escrita jornalística, mais cotidiana, com suas obras teóricas, publicadas durante a Guerra da Argélia: L’An V de la Révolution Algérienne e Os Condenados da Terra. Pesquisou o autor a circulação de ideias sobre a revolução, na rede intelectual argelina formada pelo El Moudjahid, e sua redação, dentro de uma concepção de sujeito coletivo, ou seja, a imersão do indivíduo e sua autoria intelectual na coletividade de uma organização revolucionária. O texto imediato, jornalístico, com a ambiguidade de não ter sido assinado, é uma das bases onde Fanon desenvolve e reelabora sua teoria, nas obras posteriores. A Guerra da Argélia ocorreu entre 1954 e 1962 e desde o ano de 1956, o jornal El Moudjahid foi o órgão oficial da Frente de Libertação Nacional (FLN), tendo um caráter de criação coletiva em sua redação, que era uma estrutura de sociabilidade de uma rede que conectou diversos intelectuais argelinos e estrangeiros solidários com a causa argelina. Com a sua presença na Argélia, primeiro como psiquiatra do Estado francês, depois na Tunísia como médico, militante e intelectual da FLN, Fanon produziu, reelaborou e circulou ideias, sendo colaborador do jornal El Moudjahid e embaixador do Governo Provisório da República Argelina (GPRA) na África. O mergulho intelectual do pensador martinicano na Revolução Argelina, sua escrita cotidiana e participação em um sujeito coletivo influenciou os rumos da revolução africana, posteriormente alcançando movimentos na América, como os Panteras Negras e revolucionários que resistiam às ditaduras do cone sul. O El Moudjahid tornou-se o nó principal de uma rede intelectual, onde circularam ideias fundamentadas na africanidade do pensamento, através de sujeito coletivo que recebia, reelaborava e emitia conteúdos revolucionários, perpassados pelas contradições entre nacionalismo, islamismo, socialismo e africanidade, entre cultura árabe e magrebina. Desde Pele Negra Máscaras Brancas, Fanon mantém o núcleo de sua teoria e método, desenvolvendo-os através de seu contato com a revolução na Argélia. Fanon é o intelectual mais importante da Revolução Africana, pois traduz a guinada teórica dos pensadores colonizados, para uma libertação perante a colonialidade do saber e introduz reflexões profundas sobre a consciência nacional, sobre a violência e sobre as contradições do pós-independência. 

K. NKRUMAH - OBRAS ESCOLHIDAS
 

Coletânea de escritos do revolucionário ganês Kwame Nkrumah, que liderou a luta revolucionária pela libertação da então chamada Costa do Ouro contra o imperialismo inglês. Nesta obra, Nkrumah demonstra como a luta de classes está no cerne do problema da exploração e opressão neocolonial contra os povos africanos. Desta forma demonstra a relação dialética entre o racismo e a exploração capitalista.

WILSON DO NASCIMENTO BARBOSA - O CAMINHO DO NEGRO NO BRASIL

Ao abordar O Problema do Negro na História do Brasil, o autor desvencilha-se uma vez mais dos lugares comuns divulgados pelo racismo do sobrado e da academia, tratando o negro como sujeito histórico e, portanto, personagem consciente e criador na história do País.

PANTERAS NEGRAS  - ARTIGOS, DISCURSOS E DOCUMENTOS

Organizamos esta coletânea de textos – artigos publicados no órgão oficial The Black Panther, discursos dos principais líderes e documentos da organização – produzidos ao longo da existência do partido, que traçam um panorama geral para o estudo desta importante experiência dos negros estadunidenses apoiados no marxismo-leninismo e influenciados pelo Pensamento Mao Tsé-tung na luta contra o racismo e o imperialismo ianque. 

COMBO ANTIRRACISTA: 5 LIVROS E 1 SURPRESA

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