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Coleção de duas obras indispensáveis para compreensão do pensamento, da vida, e prática militante bolchevique de Josef Stalin. Na compra de Ambas, oferecemos um desconto. A obra em defesa de Stalin, desmistifica as calúnias comuns da época com testemunhos históricos de quem conviveu com Stalin e jamais poderiam confirmar suas difamações. E a obra a atualidade de Stalin demonstra por meio de fontes inéditas em português como o projeto de desemancipação humana, não é possível sem a defesa do paradigma antistalin. 

EM DEFESA DE STALIN – TEXTOS BIOGRÁFICOS

 

Nenhum comunista sofre tantos ataques da guerra hibrida imperialista quanto Stalin. De um lado a outro, o anticomunismo de "esquerda" e de direita, giram os fatos em todas as direções até que estejam completamente irreconhecíveis. Assim, passam a divulgar a distorção da história em todos os aparelhos ideológicos de Estado/hegemônicos privados. Da necessidade de combater tal dissimulação dos fatos é que nasceu a coleção "Em defesa de Stalin". Com rigor científico e historiográfico com apego as fontes primárias como nossa prioridade, o primeiro volume busca demonstrar como a nascentes históricas a época de Stalin, jamais confirmara os males de sua difamação. Para inaugurar o projeto, a séria conta com textos do editor Klaus Scarmeloto e do doutorando Vinícius Ramos.

 

Resumo geral: ao contrário da grande tendência dos atuais biógrafos focados em fatos históricos secundários, Ludwig, mesmo não sendo um comunista, consegue extrair com precisão os traços que caracterizam Stalin como o maior Estadista de seu período, algo reconhecido pelos estadistas do período; Web Du Bois talvez seja uma das maiores autoridades em estudos raciais dos EUA, ele afirma que Stalin foi o patrono do direito aos povos que sofriam com o racismo, sendo o pioneiro com a primeira constituição antirracista; Anna Louise Strong demonstra que a metodologia de governo de Stalin foi a de maior alcance já vista na história no que se refere a ouvir o povo e as massas, Stalin não deixava de escutar o povo antes de toda e qualquer resolução; Bill Bland demonstra que o revisionismo é um problema que segue além das declarações diretas e que estavam se efetivando ainda antes da morte de Stalin e o levou a morte, o que é confessado pelos revisionistas como Kruschev, por fim, o Instituto Marx Engels Lenin, em sua curta biografia, fazem um verdadeiro roteiro de estudos da obra de Stalin muito eficaz. Outros textos de homenagem a Stalin compõe a obra. Arte de capa: Daniel Moreno. Apoio e Colaboração A Marighella -  CPPR.

Entregas a partir de 10 de maio. Em a atualidade de Stalin, Klaus Scarmeloto, demonstra que o projeto atual do imperialismo, a denominada desemancipação humana, como bem apontou Domênico Losurdo, não é possível sem atacar constantemente a vida e obra de Stalin. Neste sentido, a defesa da obra de Stálin, que é no essencial a defesa do marxismo-leninismo, é uma tarefa atual e urgente para enfrentar a realidade da luta de classes sob a nova ordem mundial que coloca em prática a desemancipação humana e a retomada do projeto colonial. Há uma relação entre a restauração do capitalismo, a desemancipação humana, a retomada do projeto colonial com a defesa do paradigma anti-Stálin que precederam todos estes projetos. A racionalização desse ódio se realiza para que se faça o controle das emoções dos seres humanos através da irracionalização. O imperialismo, para efetivar sua política de desemancipação, para manter-se vivo, precisa racionalmente gerar irracionalidade nos povos de todo o mundo controlando suas emoções. Nos demais extratos da população, mais suscetíveis a pílula azul, a fobia de Stalin cria o medo da repressão, que mantém a maioria dos povos na caverna da alegoria de Platão. Sem um bode expiatório, um líder tirânico, sem a lenda de um supradeus demoníaco, a dominação imperialista não seria possível. A desistalinização, portanto, consistiu no período histórico que se encontra entre o socialismo e a restauração do capitalismo e dela depende a criação de um demiurgo maligno para completar a transição. O presságio dela consiste, basicamente, na negação dos princípios do Leninismo, ou da filosofia dele derivada seja o maoismo, o Juche e etc., e sem esse presságio anunciado, torna-se difícil definir que o capitalismo está em processo de restauração. Se o socialismo compõe o período de transição ao comunismo e o estado operário a transição para o socialismo, a desistalinização é uma forma de transição para o retorno ao capitalismo.Para demonstrar tal tese, o autor recorreu a fontes inéditas no Brasil.

Escritos Sobre Stalin: Biografias e Sua Atualidade

R$ 75,00Preço